Chants 2017-2019


Chama eu, chama eu
Chama eu Angola, chama eu





Solta mandinga e
solta mandinga
solta mandinga e capoeira, solta mandinga

Se voçe năo tem mandinga
entăo năo sabe jogar
é preciso tem malícia
é preciso improvisar

Brincar leve, jogar solto
ou tambem saber entrar
enganhar o jogo do outro
e saber movimentar





Eu vi o sól vi e lua clarear
Eu vi meu bem dentro do canavial

A estrela do são Cosme
Eu também quero correr
A estrela esta na lua
E é atrás do meu querer

Menina tu é da Suça
Eu sóu da sóciedade
Namora no tira um
De quem tem capacidade

E verdade meu amigo
Escutei o que eu vou falar
Quem é dono no ciuma
Quem não e quer ciumar





Seu Tupinambá
Quando vem na aldeia
Ele traz na cinta uma cobra coral
Vem ver uma cobra coral
Vem ver uma cobra coral






Adeus povo bom adeus
Adeus que eu já vou embora
Pelas ondas do mar eu vim
Pelas ondas do mar
Eu vou me embora





Angola e ouro,
e meu tesouro
Angola e ouro
tim tim tim cordão de ouro





Nego Nago quando morre
vai pra cova de benguê
Amigo tão dizendo
que urubu tem que comerAqui Baba, a cangere,
Nego nago tem catinga de sarigue
Côro:
Aqui Baba, a cangere,
Nego nago tem catinga de sarigue






Nessa Vida Sozinho Eu Não Sei Andar
Dans cette vie, seul, je ne sais pas avancer
Lêlê ô ô iaia
Lêlê ô ô iaia
Trago a capoeira pra me acompanhar





Violinha chouro
deixa a viola falar
deixa ela dizer o que sente
é saudade de seu valdemar

O gunga fez a pergunta
O medio logo repico
Dira pra mim violinha o por que
Do seu chororo

Valdemar da Paixao
Valdemar da Perovaz
Deixo tanta saudade
A saudade que nao acaba mais

A violinha que chora
Tocado bonito sim senhor
Hoje expreça saudade
No canto do jogado

Pra você que é cantado
O berimbau é o senho
Cantava seu waldemar
Tocando seu agôgô





A maré, a maré, me leva ao céu
A maré, a maré, me leva ao céu

A jángada me leva
Pra outro lugar
Eu não sei onde eu vou
Nas ondas do mar

O chicote me corta
Me faz chorar
Eu não quero mais issó
E vou-la pro mar

Eu vou me embora da terra
Eu vou pro mar
No navio negreiro
Rezo a ienamjáh

Eu pérdi a raçao
Meu sófrimento
Por que a escravidão
No tem fundamento





Mandei caiá meu sobrado
Mandei, mandei, mandei
Mandei caiá de amarelo
Caiei, caiei, caiei

Mandei caiá meu sobrado
Mandei, mandei, mandei

Amarelo que lembra dourado
Dourado, que é meu berimbau
Dourado, de cordão de ouro
Besouro, Besouro, Besouro

Pra quem nunca ouviu falar
Pra aqueles que dizem: é lenda
Pois saibam que Besouro preto
Viveu, viveu e morreu

Pras bandas de Maracangalha
Sem temer a inimigo nenhum
Não valeu, seu corpo fechado
Pras facas de aticum

Mas mesmo depois de morto
Entre uma e outra cantiga
Besouro vai sempre viver
Enquanto existir mandinga





Deixa mare ligeira
deixa mare baixa
deixa mare ligeira angoleiro
deixa mare vazar

e ceu, e mar, e terra angoleiro
olho balanço do mar
e ceu, e mar, e terra angoleiro
olho balanço do mar

tu jogas p’ra me
eu pegou
jogo p’ra tu
pega





Na beira do mar na barra a fora
Vadiando (caminhando) com Aidê
No lamento da viola
Angola que tem dende




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